O Serviço Educativo realizou mais uma sessão de leitura na Casa de Repouso da Santa Casa da Misericórdia e no Centro de Dia Acais. O livro seleccionado para esta sessão foi "O livro de provérbios" de António Mota. Pudemos ainda, conversar um pouco com os utentes sobre assuntos diversos.
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terça-feira, 10 de maio de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
A BIBLIOTECA VAI AO LAR
A sessão de "A Biblioteca vai ao Lar" decorreu, hoje, pela manhã no Lar da Santa Casa da Misericórdia e pela tarde, na Casa de Repouso. As actividades realizadas envolveram os utentes destas instituições numa conversa animada onde foram trocadas adivinhas e experiências de vida.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A BIBLIOTECA VAI AO LAR
A Biblioteca vai ao Lar é uma das actividades mensais do Serviço Educativo para o público sénior. Esta sessão foi realizada na Casa de Repouso da Santa Casa da Misericórdia. Os utentes presentes participaram numa animada conversa sobre assuntos de interesse geral e, ainda puderam apreciar a realização de uma flor em Origami e a leitura de poemas criados pela senhora D. Dulce que serão expostos na Exposição anual do Serviço Educativo.
Deixamos aqui um dos poemas:
Coração amargurado
Como podes coração
Suportar tanta incerteza?
Tanto mal sem solução
Tanta dor, tanta frieza
Tanta ilusão desfeita
Tantas lágrimas sem sorrisos
Tu és, pobre coração
O mais triste dos amigos.
Andas triste, definhado
Como pobre sem guarida
Como podes coração
Alimentar minha vida?
Tu que a tantos males acodes
Como podes? Como podes?
Deixamos aqui um dos poemas:
Coração amargurado
Como podes coração
Suportar tanta incerteza?
Tanto mal sem solução
Tanta dor, tanta frieza
Tanta ilusão desfeita
Tantas lágrimas sem sorrisos
Tu és, pobre coração
O mais triste dos amigos.
Andas triste, definhado
Como pobre sem guarida
Como podes coração
Alimentar minha vida?
Tu que a tantos males acodes
Como podes? Como podes?
terça-feira, 6 de julho de 2010
A BIBLIOTECA VAI AO LAR
A Biblioteca vai ao Lar - sessão de animação de leitura e conversa teve lugar hoje, na Casa de Repouso da Santa Casa da Misercórdia, na qual as 10 pessoas presentes, num ambiente calmo e descontraído, puderam partilhar memórias da infância, dos tempos de estudante, e ainda, participar num jogo sobre as Instituições de São João da Madeira.
Esta actividade do Serviço Educativo será retomada em Setembro.
Boas férias!
Esta actividade do Serviço Educativo será retomada em Setembro.
Boas férias!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
A BIBLIOTECA VAI AO LAR
Ontem, pelas 16h30, o Serviço Educativo deslocou-se à Casa de Repouso para mais uma sessão de actividades. Foi realizado um quebra-cabeças, declamaram-se de poemas de Vinícius de Moraes e abordaram-se diversos assuntos de interesse com as utentes que participaram nas actividades.
Hoje, pelas 10h30, a actividade "A Biblioteca vai ao Lar" decorreu no Lar da Santa Casa da Misericórdia e contou com a presença de 4 utentes que se disponibilizaram em mostrar os seus trabalhos realizados com materiais reciclados, que serão expostos nos jardins da Instituição no próximo Verão, com abertura à comunidade local.
Declamaram-se poemas de Anthero Monteiro, proporcionando um momento alegre e descontraído a todos os presentes.
Declamaram-se poemas de Anthero Monteiro, proporcionando um momento alegre e descontraído a todos os presentes.
À tarde, pelas 14h30, marcamos presença no Centro de Dia ACAIS, onde dos 15 utentes presentes, 9 participaram na oficina: "Pétala a pétala, faço uma flor", na qual foram elaboradas flores coloridas com papel frizado.
Foi uma tarde agradável e estimulante na medida em que, as utentes demonstraram curiosidade em saber qual será o oficina a realizar no próximo mês, revelando um grande gosto pelas artes decorativas.
Foi uma tarde agradável e estimulante na medida em que, as utentes demonstraram curiosidade em saber qual será o oficina a realizar no próximo mês, revelando um grande gosto pelas artes decorativas.
quarta-feira, 3 de março de 2010
A BIBLIOTECA VAI AO LAR
A mais recente decorreu na Casa de Repouso, ontem, dia 2 de Março, pelas 16,30 horas, com a participação de 6 utentes. Entre as várias actividades desenvolvidas destacamos a leitura de duas cartas de amor pela Dª Dulce. Uma dessas cartas publicamos para assinalar as comemorações do Dia da Mulher, que será no próximo dia 8 de Março.
De seguida foram declamados poemas do grande poeta brasileiro, Carlos Drumond de Andrade, seguido do habitual "Trocadilho poético", que consiste na construção colectiva de um poema usando versos escolhidos de forma aleatória.
No final foi lido um poema marcante da autoria de um prisioneiro nazi.
Carta em homenagem à mulher
"Amor de todos os tempos"
Senhora: se ainda não lhe fizeram nenhuma proposição para a conjugação
permita-me que lance esta interjeição:
Oh! meu amor.
«Não posso deixar de manifestrar-lhe pelo meu verbo o desejo que o
meu pronome tem de ser um seu adjectivo, pois no positivo lhe
declaro que me considere como um comparativo ou superlativo que
concorda consigo em todos os tempos.
Espero que não me pense singular ao querer ter um plural
na minha família, porque não posso ficar neutro em presença
do feminino, que é o melhor substantivo do mundo.
Peço-lhe que não decline esta proposição e oxalá seja eu a
primeira pessoa que solicita o seu amor, assegurando-lhe sem
condicional nem subjuntivo que a amo no imperativo até
ao infinito.»
(Amanhã fico triste... amanhã!!
Hoje não... hoje fico alegre!!
E todos os dias por mais
amargos que sejam
Eu digo...
Amanhã fico triste...
Hoje não!!
Carta em homenagem à mulher
"Amor de todos os tempos"
Senhora: se ainda não lhe fizeram nenhuma proposição para a conjugação
permita-me que lance esta interjeição:
Oh! meu amor.
«Não posso deixar de manifestrar-lhe pelo meu verbo o desejo que o
meu pronome tem de ser um seu adjectivo, pois no positivo lhe
declaro que me considere como um comparativo ou superlativo que
concorda consigo em todos os tempos.
Espero que não me pense singular ao querer ter um plural
na minha família, porque não posso ficar neutro em presença
do feminino, que é o melhor substantivo do mundo.
Peço-lhe que não decline esta proposição e oxalá seja eu a
primeira pessoa que solicita o seu amor, assegurando-lhe sem
condicional nem subjuntivo que a amo no imperativo até
ao infinito.»
(Amanhã fico triste... amanhã!!
Hoje não... hoje fico alegre!!
E todos os dias por mais
amargos que sejam
Eu digo...
Amanhã fico triste...
Hoje não!!
(Poema encontrado na parede de um dormitório num campo de extremínio nazi)
Trocadilho Poético
E agora, José?
Os romeiros sobem a ladeira
No meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento.
Chegou a resposta no ar,
Mas eis que, ao responder, a tentativa
não serei o poeta de um mundo caduco.
Na paz conquistada, já não correm perigo
Em casinha à beira-marisso
mesmo afirmou-me com certeza,
tenho tanta palavra meiga.
Vai começar a discussão na batalha judicial.
Ficou ainda a seguinte adivinha no ar:
Sou um fruto do Outono.
Depois de amadurecer,
dou um trabalhão ao dono
que me quiser comer.
Quem sou?
Ficou ainda a seguinte adivinha no ar:
Sou um fruto do Outono.
Depois de amadurecer,
dou um trabalhão ao dono
que me quiser comer.
Quem sou?
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
A BIBLIOTECA VAI AO LAR
É um projecto de leitura para idosos que decorre nos centros de idosos da cidade. Uma vez por mês, uma técnica vai a um lar realizar uma sessão de leitura e conversar com os idosos.
A mais recente decorreu na Casa de Repouso, no passado dia 2 de Fevereiro, pelas 16,30 horas, com a participação de 9 utentes. Entre as várias actividades desenvolvidas destacamos a declamação, pela Dª Dulce, do poema "O lamento de um escravo" de Castro Alves e o "Trocadilho Poético", elaborado pelo Serviço Educativo e que tem como objectivo a construção colectiva de um poema usando versos aleatórios de poetas como Sofia de Melo Breyner Andresen, José Craveirinha e Luís de Camões.
O lamento de um escravo
Castro Alves
Eu sou como a garça triste
Que mora à beira do rio,
As orvalhadas da noite
Me fazem tremer de frio.
Me fazem tremer de frio
Como os juncos da lagoa,
Feliz da araponga errante
Que é livre, que livre voa.
Que é livre, que livre voa
Para as bandas do seu ninho,
E nas braúnas à tarde
Canta longe do caminho.
Canta longe do caminho
Por onde o vaqueiro trilha,
Se quer descansar as asas
Tem a palmeira, a baunilha.
Tem a palmeira, a baunilha,
Tem o brejo, a lavadeira,
Tem as campinas, as flores,
Tem a relva, a trepadeira.
Tem a relva, a trepadeira,
Todos têm os seus amores,
Eu não tenho mãe, nem filhos,
Nem tenho um lar com flores.
Trocadilho Poético
À hora da sesta
Chateado levanto-me. Pressuroso.
Numa noite cega surda presa
Toma-me, ó noite em teus jardins suspensos
No reverso dos anos já não sei
Por isso, finalmente.
Eu fui sempre infeliz, alma atrevida
Será crime, Senhor, a minha audácia
Vagueio o Palácio inteiro
Chego ao fim dos salões
Mas, antes, valeroso Capitão
Fará que todo o Naíre enfim se mova.
D. Luisete, D. Manuela, D. Dulce, Sr. Freitas e D. Filomena
O Sr. Bernardo quis também participar citando a seguinte adivinha: Qual é a terra mais rica de Portugal?
A mais recente decorreu na Casa de Repouso, no passado dia 2 de Fevereiro, pelas 16,30 horas, com a participação de 9 utentes. Entre as várias actividades desenvolvidas destacamos a declamação, pela Dª Dulce, do poema "O lamento de um escravo" de Castro Alves e o "Trocadilho Poético", elaborado pelo Serviço Educativo e que tem como objectivo a construção colectiva de um poema usando versos aleatórios de poetas como Sofia de Melo Breyner Andresen, José Craveirinha e Luís de Camões.
O lamento de um escravo
Castro Alves
Eu sou como a garça triste
Que mora à beira do rio,
As orvalhadas da noite
Me fazem tremer de frio.
Me fazem tremer de frio
Como os juncos da lagoa,
Feliz da araponga errante
Que é livre, que livre voa.
Que é livre, que livre voa
Para as bandas do seu ninho,
E nas braúnas à tarde
Canta longe do caminho.
Canta longe do caminho
Por onde o vaqueiro trilha,
Se quer descansar as asas
Tem a palmeira, a baunilha.
Tem a palmeira, a baunilha,
Tem o brejo, a lavadeira,
Tem as campinas, as flores,
Tem a relva, a trepadeira.
Tem a relva, a trepadeira,
Todos têm os seus amores,
Eu não tenho mãe, nem filhos,
Nem tenho um lar com flores.
Trocadilho Poético
À hora da sesta
Chateado levanto-me. Pressuroso.
Numa noite cega surda presa
Toma-me, ó noite em teus jardins suspensos
No reverso dos anos já não sei
Por isso, finalmente.
Eu fui sempre infeliz, alma atrevida
Será crime, Senhor, a minha audácia
Vagueio o Palácio inteiro
Chego ao fim dos salões
Mas, antes, valeroso Capitão
Fará que todo o Naíre enfim se mova.
D. Luisete, D. Manuela, D. Dulce, Sr. Freitas e D. Filomena
O Sr. Bernardo quis também participar citando a seguinte adivinha: Qual é a terra mais rica de Portugal?
Resposta: O Porto, porque tem um Rio Douro.
Foi uma tarde divertida, na medida em que todos puderam expressar os seus gostos, preferências e, essencialmente, demonstar o gosto pela poesia portuguesa.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
A BIBLIOTECA VAI AO LAR
A sessão de hoje decorreu na Casa de Repouso, pelas 16 horas, com a participação de 8 utentes. Entre as várias actividades destacamos alguns jogos de enigmas elaborados pelo Serviço Educativo, para serem completados com números, tais como:
a) A mãe do Samuel tem três filhos: Tico, taco e... Como se chama o terceiro filho? ________
b) ___ soldado _____ bilhete não ____ no cinema, ___ vai preso.
c) Alguns meses têm 30 dias, alguns 31. Quantos têm 28 dias?____
O senhor Bernardo também quis participar com o seguinte enigma:
O João entra num café mas não____, porque ______ tomar alguma coisa _____ dinheiro vai preso.
Por sua vez a D. Luizete também acrescentou o seguinte enigma:
Uma senhora entra numa pastelaria e ____, é porque ___ com os pastéis.
Foi uma tarde divertida e estimulante na medida em que todos queriam participar e dar a resposta correcta. Seguiu-se uma conversa animada sobre assuntos de interesse geral.
Ficou ainda uma adivinha:
Às direitas sou um homem,
facilmente me lerás.
Às avessas só à noite,
e nem sempre me verás.
Quem Sou? O que sou?
sábado, 12 de dezembro de 2009
A BIBLIOTECA VAI AO LAR
Foram 5 os participantes nesta iniciativa, que teve lugar na Casa de Repouso no dia 10 de Dezembro.
Por sua própria iniciativa organizaram um pequeno recital de poesia, desta vez dedicada ao poeta António Gedeão, tendo cada um deles lido o seu poema preferido.
Foram diversos os assuntos abordados nesta iniciativa lúdica e cultural que se tem vindo a revelar de grande importância para os participantes.
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