O programa famílias deste sábado foi muito animado e divertido para as quatro famílias presentes que puderam disfrutar da leitura do conto "Uma família de sapatos", e ainda, participar na elaboração da oficina: Sobe, desce, enrola e ata - sapatinho ilustrado em cartolina.
sábado, 6 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
NOVIDADES NA BIBLIOTECA
Sinopse:Este livro elege como cenário a extraordinária saga da emigração portuguesa para França, contada através de uma galeria de personagens inesquecíveis e da escrita luminosa de José Luís Peixoto. Entre uma vila do interior de Portugal e Paris, entre a cultura popular e as mais altas referências da literatura universal, revelam-se os sinais de um passado que levou milhares de portugueses à procura de melhores condições e de um futuro com dupla nacionalidade. Avassalador e marcante, Livro expõe a poderosa magnitude do sonho e a crueza, irónica, terna ou grotesca, da realidade. Através de histórias de vida, encontros e despedidas, os leitores de Livro são conduzidos a um final desconcertante onde se ultrapassam fronteiras da literatura. Livro confirma José Luís Peixoto como um dos principais romancistas portugueses contemporâneos e, também, como um autor de crescente importância no panorama literário internacional.PEIXOTO, José Luís - Livro. 2ª ed.. Lisboa : Quetzal , 2010. ISBN: 978-972-564-899-5
Sinopse: O CONTRATO HUMANO conta-nos a história de um publicitário bem sucedido cuja vida e carreira estão aparentemente sob controlo. Até conhecer uma bela mulher que o introduz no mundo da paixão desinibida e libertina, que não se rege pelas regras convencionais. Uma fantasia moderna perfeita: paixão e sexo, exploração e evasão, sem laços nem compromissos. À medida que a relação progride e a fachada da sua vida perfeita se dissolve, ele é levado a enfrentar antigas feridas do passado até que finalmente a relação de ambos se transforma numa catarse de revelações e segredos que nenhum dos dois tinha alguma vez enfrentado.O CONTRATO HUMANO[DVD]. Lisboa : Valentim de Carvalho Multimédia , 2009. , 1 disco vídeo (DVD) (ca. 107 min.) : col., son ; 12 cm.
Sinopse: As Histórias do Senhor Valéry têm como ponto de partida o livro «O Senhor Valéry» (Caminho), de Gonçalo M. Tavares. Cada pequena história desse livro é adaptada por Rachel Caiano, através das suas iIlustrações, a uma faixa etária etária infanto-juvenil.Para o senhor Valéry o mundo tem dois lados: o esquerdo e o direito. Esta história descreve o modo como a sua cabeça e as suas mãos actuam neste mundo dividido.
O senhor Valéry é um senhor que pensa muito. Pensa tanto que chega aos limites do absurdo. As histórias do senhor Valéry servem para trabalhar a imaginação de crianças e graúdos de todas as idades.
TAVARES, Gonçalo M. - Os dois lados. Lisboa : Caminho , 2007. ISBN: 978-972-21-1951-1
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
DE PASSAGEM... POR 1 LIVRO/1 FILME
Desde que se inventou o cinema, quase todos os realizadores buscaram inspiração para os seus guiões em livros que os marcaram profundamente. Muitas vezes os filmes remetem-nos para os livros, ou vice-versa.
Encante-se com a nossa colecção de livros/filmes, em exposição patente na recepção da Biblioteca.
Encante-se com a nossa colecção de livros/filmes, em exposição patente na recepção da Biblioteca.
JOSÉ LUÍS PEIXOTO E O SEU "LIVRO"
A sessão de ontem à noite decorreu animada e muito participada,com a Sala Polivalente repleta de público visivelmente interessado e seguidor da obra do escritor.
José Luís Peixoto começou por declamar um poema e, logo de seguida, falou do seu mais recente romance que aborda a vaga de emigração de portugueses para França nos anos 50/60 do século passado, vivenciada pelos seus pais.
José Luís Peixoto começou por declamar um poema e, logo de seguida, falou do seu mais recente romance que aborda a vaga de emigração de portugueses para França nos anos 50/60 do século passado, vivenciada pelos seus pais.
Transportou-nos pelas ruas, quelhos, fontes, becos e casas de uma vila com humildes personagens com nomes de Ilídio, Adelaide, Josué, Cosme, Galopim e a velha Lubélia.
As investigações de António Barreto sobre as migrações deste período foram uma fonte muito útil para a construção da história.
Impressionou-o a passagem de um quadro de ruralidade para a urbanidade o que, segundo o autor, heroiciza o povo português na sua capacidade de evolução rápida. Daí ser considerado um romance patriota.
A curiosidade ficou aguçada para a leitura desta obra, que se encontra disponível na Biblioteca.
As investigações de António Barreto sobre as migrações deste período foram uma fonte muito útil para a construção da história.
Impressionou-o a passagem de um quadro de ruralidade para a urbanidade o que, segundo o autor, heroiciza o povo português na sua capacidade de evolução rápida. Daí ser considerado um romance patriota.
A curiosidade ficou aguçada para a leitura desta obra, que se encontra disponível na Biblioteca.
A BIBLIOTECA VAI AO LAR
A Biblioteca vai ao Lar é uma das actividades mensais do Serviço Educativo para o público sénior. Esta sessão foi realizada na Casa de Repouso da Santa Casa da Misericórdia. Os utentes presentes participaram numa animada conversa sobre assuntos de interesse geral e, ainda puderam apreciar a realização de uma flor em Origami e a leitura de poemas criados pela senhora D. Dulce que serão expostos na Exposição anual do Serviço Educativo.
Deixamos aqui um dos poemas:
Coração amargurado
Como podes coração
Suportar tanta incerteza?
Tanto mal sem solução
Tanta dor, tanta frieza
Tanta ilusão desfeita
Tantas lágrimas sem sorrisos
Tu és, pobre coração
O mais triste dos amigos.
Andas triste, definhado
Como pobre sem guarida
Como podes coração
Alimentar minha vida?
Tu que a tantos males acodes
Como podes? Como podes?
Deixamos aqui um dos poemas:
Coração amargurado
Como podes coração
Suportar tanta incerteza?
Tanto mal sem solução
Tanta dor, tanta frieza
Tanta ilusão desfeita
Tantas lágrimas sem sorrisos
Tu és, pobre coração
O mais triste dos amigos.
Andas triste, definhado
Como pobre sem guarida
Como podes coração
Alimentar minha vida?
Tu que a tantos males acodes
Como podes? Como podes?
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