sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

APRESENTAÇÃO DO LIVRO " ENSAIO SOBRE A DOUTRINA DO QUINTO IMPÉRIO" DE JACINTO ALVES



Na passada 5ª feira, 12 dezembro, pelas 21h30 decorreu a sessão de apresentação do livro "Ensaio sobre a doutrina da quinto império” de Jacinto Alves, sob a chancela de Chiado Editora, com a apresentação a cargo do Engº Pedro Dias.

Neste seu segundo ensaio, o Autor procura desenvolver uma nova perspectiva sobre Portugal fundamentada na obra Mensagem de Fernando Pessoa, em particular quando o Poeta se refere à última e terceira missão que falta a Portugal cumprir no mundo.


 É chegada a hora! E agora no Século XXI, a Humanidade representada pelo cidadão comum, terá este de provar a si próprio de que sabe fazer bom uso do seu livre arbítrio para o bem da sociedade e que será pelo trabalho honesto e sincero; pelo estudo e pelo raciocínio poderá conquistar um novo estatuto de cidadania social onde o materialismo irá dar lugar à espiritualidade e ao verdadeiro progresso evolutivo da Humanidade!

 O autor neste seu trabalho procurou fundamentado no pensamento de Fernando Pessoa, desenvolver uma nova perspectiva sobre a missão que a Portugal falta cumprir no mundo e a ideia do Quinto Império, segundo a nova perspectiva, assumirá uma dimensão que devidamente enquadrada no tempo actual virá a dar ao povo português a resposta clara e adequada às grandes questões económicas e sociais que pesam actualmente na vida dos portugueses e das sociedades contemporâneas. 

Jacinto Alves nasceu em Lisboa em 1938, viveu em Angola, e regressou a Portugal após o 25 de Abril de 1974. Tendo exercido a actividade de bancário, foi ainda vereador da Câmara Municipal de Vila Real (Trás-os-Montes), em 1976.Fundador do semanário A Região, com sede na mesma cidade onde residiu durante cerca de 20 anos, tendo mudado a sua residência para S. João da Madeira quando passou à situação de reformado da Banca.
Nesta cidade, onde reside actualmente, foi um dos fundadores do Clube de Empresários de S. João da Madeira e ali exerceu as funções de vice-presidente de direcção. É Maçom de Altos Graus (Grau 33) concedido pelos Supremos Conselhos de França e Espanha e membro fundador do Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceito – REAA – da Maçonaria Tradicional e Universal.

NOVIDADES NA BIBLIOTECA



terça-feira, 10 de dezembro de 2013

CONVITE: Lançamento do livro "Ensaio sobre a Doutrina do Quinto Império" de Jacinto Alves



Neste seu segundo ensaio, o Autor procura desenvolver uma nova perspectiva sobre Portugal fundamentada na obra Mensagem de Fernando Pessoa, em particular quando o Poeta se refere à última e terceira missão que falta a Portugal cumprir no mundo.  

Jacinto Alves nasceu em Lisboa em 1938, viveu em Angola, e regressou a Portugal após o 25 de Abril de 1974. Tendo exercido a actividade de bancário, foi ainda vereador da Câmara Municipal de Vila Real (Trás-os-Montes), em 1976.Fundador do semanário A Região, com sede na mesma cidade onde residiu durante cerca de 20 anos, tendo mudado a sua residência para S. João da Madeira quando passou à situação de reformado da Banca. Nesta cidade, onde reside actualmente, foi um dos fundadores do Clube de Empresários de S. João da Madeira e ali exerceu as funções de vice-presidente de direcção. É Maçom de Altos Graus (Grau 33) concedido pelos Supremos Conselhos de França e Espanha e membro fundador do Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceito – REAA – da Maçonaria Tradicional e Universal.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA "OITO E OITENTA" DE RUI DIAS

Dizem que o olhar é o espelho da alma. 
E o olhar de um velho espelha a alma da criança que foi. 
A experiência quase sempre estampada no seu rosto cansado através das rugas que o ilustram, esbate-se na intensidade daquele olhar que traduz inocência e fragilidade, um olhar que nos desperta uma vontade de proteger e acarinhar, aquele ser. 
Há qualquer coisa de idêntico no olhar de uma criança e de um idoso: uma honestidade expressa, uma curiosidade latente, uma fragilidade patente. 
Como disse um dia Victor Hugo “ Nos olhos da criança arde a chama. Nos do velho brilha a luz.”  


Rui Dias, 28 anos, natural de São João da Madeira, é designer gráfico, e acabou de concluir o Curso Profissional de Fotografia no IPF Porto. Tem especial interesse por Fotografia Documental, fotografia que trabalha no registo cultural ou artístico de um momento, em oposição à publicidade ou o jornalismo.
É o ramo mais pessoal da fotografia contemporânea. Acabou de ficar classificado em terceiro lugar, no Urban Photographer of the Year 2013.

NOVIDADES NA BIBLIOTECA



quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Apresentação da obra "Uma história de Lisboa" de Martz Inura

Na passada 4ª feira, pelas 21h30 decorreu a sessão de apresentação da obra "Uma história de Lisboa" de Martz Inura, pseudónimo literário de Emídio Ferreira de Aguiar.

A apresentação da obra esteve a cargo do escritor Manuel Córrego, à qual teceu largos elogios, classificando-a como romance histórico, produto de uma vasta investigação e escrita competente que exigiu um colossal investimento e trabalho, em que o seu autor sai bastante enobrecido.

A obra atravessa um grande período da história, desde a época romana até à actualidade, de leitura bastante atractiva porque alterna entre um capítulo com romance e outro com contextualização histórica.

A peste negra, a inquisição, os hábitos de higiene e até um auto de fé são abordados e retratam não só a cidade de Lisboa mas também todo o país.

 De leitura incontornável, a obra já está disponível para empréstimo.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

MARIA VELHO DA COSTA RECEBE PRÉMIO LITERÁRIO DA APE

O prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores (APE), no valor de 25 mil euros, foi atribuído esta segunda-feira à romancista Maria Velho da Costa. A decisão foi unânime e o presidente da APE, José Manuel Mendes, justificou a escolha sublinhando a “criatividade da escritora”, o seu “percurso pessoal e literário”, e ainda o modo inventivo como a autora, que já recebera em 2002 o prémio Camões, trabalha a língua portuguesa.
Nascida em Lisboa em 1938, Maria Velho da Costa estreou-se em 1966 com O Lugar Comum, é co-autora das célebres Novas Cartas Portuguesas (1972) e escreveu alguns dos mais significativos romances da ficção portuguesa posterior ao 25 de Abril, como Casas Pardas (1977), Missa in Albis (1988) ou o mais recente Myra (2008), que venceu os prémios PEN, Máxima, Correntes d’Escrita e DST. A sua obra, que vem sendo traduzida desde os anos 70 nas principais línguas europeias, revolucionou como poucas o romance em língua portuguesa.
Licenciada em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa, Maria Velho da Costa tem ainda o Curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria. Foi professora no ensino secundário, funcionária do Instituto de Investigação Industrial, adjunta do Secretário de Estado da Cultura em 1979, no breve governo de Lurdes Pintasilgo, leitora de português no Kings College, Londres, na década de 80, adida cultural em Cabo Verde de 1988 a 1991, e desempenhou ainda várias outras funções públicas de carácter cultural, designadamente na Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses e no Instituto Camões. Entre 1973 e 1978, presidiu à direcção da APE.

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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

CONVITE: Lançamento do livro "Uma História de Lisboa" de Martz Inura


DE PASSAGEM... PELO ENSINO ESPECIAL

Entre 02 e 31 dezembro estará patente na biblioteca a exposição “De passagem… pelo Ensino Especial”. 

Para assinalar o Dia Internacional da Pessoa Deficiente, no dia 3 de Dezembro, esta exposição bibliográfica pretende dar a conhecer o excelente espólio bibliográfico existente. 




sexta-feira, 29 de novembro de 2013

NOVIDADES NA BIBLIOTECA





CLUBE DE LEITURA - "Debaixo de algum céu" de Nuno Camarneiro

Na noite de ontem, decorreu mais um encontro do Clube de Leitura da Biblioteca, para conversar sobre a obra escolhida "Debaixo de algum céu" do jovem e premiado escritor Nuno Camarneiro. 

Em modo de introdução fez-se uma contextualização da obra, de características pós-modernas, muito "rente" à poesia, ou seja, em certas passagens estamos perante prosa poética. 

Leu-se também um texto do crítico literário António Guerreiro que ora o aproxima ora o afasta de modelos como George Perec. 

A partir de um tema banal que outros grandes escritores já tomaram, o narrador vai estruturando esta narrativa num big-brother alucinante de dramas humanos, sediada num espaço de um prédio de habitação, numa história de portas adentro, sem barreiras, no entanto com muitas janelas de comunicação com o exterior marítimo e com personagens que nos trazem coisas da praia, em que até um dos personagens  se chama Vento...

De modo alegórico, num relato fragmentário e polifónico, todas as personagens estão dominadas pela "Pathos", dor, sofrimento, pontuada por algumas alegrias e decisões irreversíveis, remetendo-nos para a vida real, do dia-a-dia de todos nós. 

Salientou-se também que, apesar de Carmarneiro ser muito jovem, a sua sensibilidade e inteligência só podem ser razões para nos apresentar mundos cheios desta densidade emocional e plenos de maturidade.

Para a próxima sessão, que será em 30 de Janeiro de 2013, a obra seleccionada foi "A infância de Jesus"  de J. M. Coetzee, escritor sul africano, Prémio Nobel da Literatura 2003, Prémio Man Booker e Prémio Jerusalém.

Até lá, Bom Natal e Boas Leituras!



terça-feira, 26 de novembro de 2013

Alexandra Lucas Coelho vence Grande Prémio de Romance da APE

O romance E a Noite Roda de Alexandra Lucas Coelho (Tinta da China) é o vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela APE/ Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas 2012.

O prémio, que tem o valor de 15 mil euros e é co-promovido pela Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, foi atribuído por unanimidade. José Correia Tavares, Ana Marques Gastão, Clara Rocha, Isabel Cristina Rodrigues, Luís Mourão e Manuel Gusmão compuseram o júri, que já se reunira por duas vezes antes de tomar uma decisão final, esta segunda-feira. 
E a Noite Roda, história de amor entre uma jornalista catalã – Ana Blau, a narradora – e um jornalista belga, batia-se com mais cinco finalistas:O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel, de Mário de Carvalho, Jesus Cristo Bebia Cerveja, de Afonso Cruz, A Rapariga Sem Carne, de Jaime Rocha, e O Banquete, de Patrícia Portela. 

“Se já tinha ficado muito surpreendida por ter sido nomeada”, disse a autora ao PÚBLICO, “fiquei completamente abismada quando soube que tinha ganho”. E acrescenta que se sente “muito honrada” não apenas por admirar “todos os escritores que já o receberam”, mas também os que integraram este júri, e ainda os autores cujos livros concorriam directamente com o seu. 

“Admiro-os muito a todos e gostava de partilhar de alguma forma o prémio com eles”. Alexandra Lucas Coelho explica que deixou os quadros do PÚBLICO no início deste ano, onde se mantém como cronista e colaboradora, e que quis “fazer uma opção de vida que passava por tentar escrever livros”. Daí que este prémio não pudesse ter chegado em melhor hora. “É um enorme incentivo para mim, e em particular para o romance que estou agora a escrever, que se chamará Deus Dará e que irá situar-se inteiramente no Rio de Janeiro. 

A repórter e romancista fez ainda questão de agradecer à sua editora, a Tinta-da China, e em especial a Bárbara Bulhosa, a primeira pessoa a quem deu a ler o livro. “A Tinta-da-China é a minha casa e fico muito contente que com este livro tenha recebido o seu primeiro prémio na ficção”, disse Lucas Coelho, que já tinha publicado na mesma chancela vários livros de reportagem e de viagens: Caderno Afegão (2009),Viva México (2010), Tahrir! (2011) e, já este ano, Vai, Brasil. A estes títulos soma-se ainda o seu livro de estreia, Oriente Próximo, que saiu em 2007 na Relógio D’Água. Licenciada em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa e várias vezes premiada enquanto repórter – recebeu designadamente o Grande Prémio Gazeta, em 2005 –, Alexandra Lucas Coelho disse à Lusa, por ocasião do lançamento deste livro, que “o que diferencia o jornalismo da literatura, é a possibilidade de fazer com os materiais tudo o que quiser”, mas que o que continua a movê-la é o mesmo interesse pelo real que a levou ao jornalismo. E a Noite Roda ganhou a 31.ª edição do Grande Prémio de Romance e Novela da APE, que já distinguiu autores como Vergílio Ferreira, José Saramago, Agustina Bessa-Luís ou António Lobo Antunes, e que cujo vencedor mais recente fora Ana Teresa Pereira com O Lago.

A obra já se encontra disponível na Biblioteca.
Aventure-se na sua leitura!