quinta-feira, 22 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Marlene Correia Ferraz é o prémio revelação Agustina-Bessa Luís 2012
O prémio, atribuído pela Estoril-sol desde 2008, distinguiu o romance A Vida Inútil de José Homem, de Marlene Correia Ferraz. O júri escolheu, por maioria, esta obra pela sua «apreciável desenvoltura narrativa e uma relação criativa com a língua portuguesa».
O júri foi presidido pelo escritor Vasco Graça Moura e integrou Guilherme d`Oliveira Martins em representação do Centro Nacional de Cultura, José Manuel Mendes pela Associação Portuguesa de Escritores, Maria Carlos Loureiro pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, Manuel Frias Martins pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários e ainda Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, como convidados, e Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, pela Estoril Sol.
O Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís foi instituído em 2008, por ocasião dos 50 anos da Estoril Sol, que estabeleceu um protocolo com a editora Gradiva para a publicação das obras vencedoras.
Ver mais em: http://www.iplb.pt/sites/DGLB/Portugues/noticiasEventos/Paginas/PremioLiterarioRevelacaoAgustina2012.aspx
terça-feira, 13 de novembro de 2012
GONÇALO M. TAVARES E RICHARD ZIMLER
Os escritores Gonçalo M. Tavares e Richard Zimler estão entre os 154 candidatos ao Internatinoal IMPAC Dublin Literary Award 2013, uma selecção feita a partir das escolhas de bibliotecas de vários países.
As obras são candidatas a um prémio de 100 mil euros - o valor mais elevado entre todos os prémios literários - e foram nomeadas por bibliotecas de 120 cidades, em 44 países de 19 línguas diferentes.
A shortlist será anunciada a 9 de Abril do próximo ano e o vencedor é conhecido no dia 6 de Junho de 2013.
Aprender a Rezar na Era da Técnica do escritor português Gonçalo M. Tavares e Os Anagramas de Varsóvia do norte-americano Richard Zimler que vive no Porto, estão na longlist de 154 escritores candidatos ao IMPAC 2013, que foi anunciada esta segunda-feira.
Entre os nomeados, que irão agora ser avaliados pelo júri deste prémio literário, estão também O sentido do fim de Julian Barnes Man Booker Prize 2011, O cemitério de Praga de Umberto Eco, 1Q84 de Haruki Murakami, The Marriage Plot de Jeffrey Eugenides, Last Man in Tower de Aravind Adiga (O Último Homem na Torre), The Art of Fielding de Chad Harbach (A Arte de Viver à Defesa), Say Her Name, de Francisco Goldman (O Último Dia de um Amor Eterno), The Map and the Territory , de Michel Houllebecq (O Mapa e o Território), The Stranger’s Child, de Alan Hollinghurst (O Filho do Desconhecido), A Man of Parts, de David Lodge.
A Biblioteca deseja os maiores sucessos para estas candidaturas, especialmente a Gonçalo M. Tavares, homenageado na campanha Poesia à Mesa 2011 e a Richard Zimler, que já esteve na nossa biblioteca numa sessão de "À Conversa com...". em 2009.
Algumas das obras candidatas estão disponíveis na Biblioteca. Venha desde já desfrutar desta literatura gourmet.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
APRESENTAÇÃO DE LIVRO "O RIM ARTIFICIAL" DE MARGARIDA NEGRAIS
Na passada sexta-feira, dia 9, pelas 21h30, decorreu a apresentação da obra "O rim artificial. Uma história de afetos" de Margarida Negrais e de Levi Guerra, médico nefrologista e pioneiro da hemodiálise em doentes renais crónicos no Norte de Portugal.
A apresentação esteve a cargo de Pereira da Costa na vertente literária e de António Luís Morais Sarmento na vertente científica.
A sessão foi animada musicalmente pela voz de Isabel Fontoura, e pelas violas de Paula Gaio e Stella Azevedo.
A obra surge na consequência de um trabalho de voluntariado da autora no projeto "Histórias ao ouvido" da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Hospital Maria Pia.
Este livro, magnificamente ilustrado pelo pintor José Emídio, consta de um diálogo entre um jovem insuficiente renal crónico, Roque, mantido anos em diálise até receber um transplante, e o Rim artificial, humanizado ( a Máquina Rute), personalização da Ciência que o construiu, representando uma das grandes vitórias da Medicina no século passado. De forma atrativa, o diálogo desenvolve-se com uma expressividade natural, próxima da singeleza da oralidade entre dois amigos, sendo que um deles se apresenta grato ao outro, que lhe salvou a vida. No diálogo se relevam de forma sumária os princípios científicos envolvidos na conceção da Máquina e os longos progressos clínicos conseguidos até hoje.
Procura-se salientar, por fim, a imensa importância do Rim Artificial na Medicina Moderna e o número incalculável de doentes salvos por este procedimento, merecendo, por isso, uma reverência especial de toda a gente.
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