sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
CLUBE DE LEITURA - JANEIRO
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
CLUBE DE LEITURA - OUTUBRO - 3º ANIVERSÁRIO
Terceiro era o aniversário…"
C.M.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Um novo Saramago, por várias vozes
sábado, 4 de maio de 2013
Feira Internacional do Livro de Bogotá
Na Feira Internacional do Livro de Bogotá venderam-se mais de 10 mil livros de autores portugueses
sexta-feira, 18 de junho de 2010
A ÚLTIMA VIAGEM DE JOSÉ SARAMAGO (1922-2010)
Publicou o seu primeiro livro, um romance "Terra do Pecado" em 1947, tendo estado depois sem publicar até 1966. Trabalhou durante doze anos numa editora, onde exerceu funções de direcção literária e de produção. Colaborou como crítico literário na Revista "Seara Nova".
Em 1972 e 1973 fez parte da redacção do Jornal "Diário de Lisboa" onde foi comentador político, tendo também coordenado, durante alguns meses, o suplemento cultural daquele vespertino. Pertenceu à primeira Direcção da Associação Portuguesa de Escritores. Entre Abril e Novembro de 1975 foi director-adjunto do "Diário de Notícias".
Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1998. Também ganhou o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. Saramago é considerado o responsável pelo efectivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa.
Foi escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista e poeta português.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
DE PASSAGEM... POR JOSÉ SARAMAGO
quinta-feira, 26 de março de 2009
A MAIOR FLOR DO MUNDO - JOSÉ SARAMAGO

Na história ficamos a conhecer um menino que sai de casa e encontra uma flor murcha no cimo de uma colina. Será que o menino salva a flor?
Neste livro, José Saramago, com a sua escrita incomparável, transporta-nos para o universo da infância e coloca-nos perante uma questão tão actual como a da ecologia.
A Fundação José Saramago, que tem entre os seus princípios orientadores a defesa do meio-ambiente e a promoção da leitura resolveu então, a partir deste livro, conceber um atelier para alunos dos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico onde os alunos brincam com as palavras, ouvem a história e vêem e ouvem o filme de animação realizado por Juan Pablo Etcheverry com música de Emílio Aragon.
quinta-feira, 12 de março de 2009
"Viver com os outros" de Isabel da Nóbrega

- Nasce em Lisboa
- Publica o seu primeiro livro “Os anjos e os homens” em 1952
- Em 1964, obtém o prémio Camilo Castelo Branco com o romance “Viver com os outros”, a sua obra mais marcante, disponível na Biblioteca Municipal.
- Foi cronista na imprensa e na rádio
- Em 2000 é condecorada com o grau de Grande Oficial da Ordem do Mérito
- No ano de 2008, recebe o Prémio Consagração da Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores.
ISABEL DA NÓBREGA, escritora, cronista e divulgadora cultural, quebrou regras, fez amizades com grandes intelectuais (Vieira da Silva e Arpad Szenes, Vergílio Ferreira, Fernanda Botelho, etc.), recebeu prémios e condecorações. Foi companheira do crítico literário João Gaspar Simões e de José Saramago. Descobriu o potencial do Nobel antes de todos: levou-o para o mundo dos jornais, incentivou-o a escrever crónicas e livros, ajudou a dar forma a Blimunda do Memorial do Convento.
Recentemente, revelou-nos numa interessante entrevista à revista Tabu, do Jornal Sol, algumas curiosidades que divulgamos neste pequeno excerto… «Quanto à Blimunda [protagonista de ‘Memorial do Convento’]: ele escreveu o livro, eu disse que não queria lê-lo senão no fim e, quando comecei a ler, o que vi? O nome [Baltasar]» Sete-Sóis e ela era Mariana Amália. E eu: ‘Mariana Amália?! Mas ele endoideceu! Não há direito de pôr Mariana Amália na figura desta mulher.’ Chamei-o: ‘Está lindo, está tudo certo menos uma coisa que tens de emendar – Mariana Amália. Tem paciência, quando foste à biblioteca e recolheste nomes de época, hás-de ter encontrado um que se possa ver’. Ele voltou para a secretária – isto para aí à uma da manhã –, e daí a um bocado apareceu e começou a dizer nomes. Ouvi ‘Blimunda’, pedi-lhe que voltasse atrás e, quando repetiu o nome: Ó Zé, parece impossível! Como é que tinhas este nome na tua lista e não viste que aquela mulher é exactamente Blimunda?’. Pegou no manuscrito, que era enorme, e foi emendar tudo, tirar Mariana Amália e pôr Blimunda.»






